Normalmente, as pessoas entendem por muro de contenção aquele muro grosso que separa o seu querido jardim do do vizinho, ou que protege uma estrada. É lógico pensar que são muito fortes e indestrutíveis. Mas a verdade é que, com o passar do tempo, até esses muros podem apresentar problemas — e um dos mais comuns são as fissuras horizontais.
À primeira vista, e para uma pessoa comum, é normal confundi-las com “rachadinhas” sem importância. No entanto, a verdade é que essas fissuras estão nos alertando de que o muro está suportando mais pressão do que deveria, que há movimentos no terreno ou que a construção não está respondendo bem. Vamos fazer uma analogia com o seu cinto favorito: imagine que ele começa a abrir nas costuras. Bem, você pode continuar usando por um tempo, mas sabe que, mais cedo ou mais tarde, ele vai se romper de vez e vai direto para o lixo.
Com os muros acontece o mesmo: ignorar essas fissuras pode significar que, um dia, o muro ceda — com todos os riscos que isso implica para pessoas, carros ou edifícios próximos. Por isso, o importante não é apenas repará-las, mas fazê-lo com técnicas avançadas que garantam que o problema não volte a aparecer.

Por que aparecem fissuras horizontais nos muros de contenção?
A culpada das fissuras horizontais é a pressão exercida pela terra e pela água atrás do muro. É como quando você tenta fechar uma mala muito cheia: por mais força que faça, o zíper acaba abrindo. O muro, assim como a mala, tem um limite de resistência. Se o terreno fica muito encharcado (por chuva ou infiltrações), a terra pesa mais e empurra com mais força. Se, além disso, o muro não foi bem projetado ou já tem alguns anos, o resultado são essas fissuras horizontais.
Técnicas tradicionais de reparo de fissuras horizontais em muros de contenção
Até pouco tempo atrás, o reparo de fissuras horizontais em muros de contenção era feito de maneira bastante rudimentar — sendo o mais comum preencher a fissura com argamassa ou cimento. Ou seja, é como tentar tapar um vazamento com fita adesiva: vai funcionar por um tempo, mas se não resolver a causa do problema, mais cedo ou mais tarde ele volta a aparecer.
Outro método usado é colocar reforços metálicos ou fazer um revestimento adicional (aumentar a espessura na frente do muro existente). É verdade que essas soluções podem funcionar por um tempo, mas tenha em mente que são invasivas e não atacam a raiz do problema, que quase sempre está no terreno e não na superfície do muro.

Técnicas avançadas modernas: a GeoNovatek lidera a inovação
É aqui que a GeoNovatek faz a diferença em relação a muitos concorrentes. A maioria das empresas ainda utiliza métodos tradicionais, como os que mencionamos — preencher a fissura, adicionar reforços ou até reconstruir parte do muro —, o que implica mais tempo, mais obras e, obviamente, mais custos. Além disso, como não atacam o problema na origem, as fissuras acabam reaparecendo.
Como dizemos, a GeoNovatek lidera o uso de novas tecnologias. Diferentemente dos métodos usados por outras empresas, o processo é rápido, limpo e eficaz a longo prazo. Para entender melhor, pense em um pneu que está vazando: a GeoNovatek revisa o interior, preenche e o deixa como novo, pronto para rodar milhares de quilômetros sem problemas.
Destacamos quatro técnicas que vão resolver o problema de forma definitiva:
• Injeção de resinas expansivas no terreno:
Para entender melhor, imagine que o solo sob o muro é uma esponja fofa que não oferece suporte suficiente. Quando injetamos a resina, ela se expande e compacta a terra, devolvendo-lhe a firmeza perdida. Assim, o muro deixa de receber tanta pressão, pois o terreno atrás dele se estabiliza.
• Cravação de microestacas (micropilotes):
e, claro, a eficácia que as microestacas proporcionam — pequenos pilares de aço que reforçam o terreno desde baixo, criando uma base muito mais firme.
• Lift & Block:
Esta é a combinação das duas técnicas anteriores e é usada quando um muro ou fundação já afundou e precisa ser recolocado na posição original.
• Lift Pile:
Esta técnica patenteada pela GeoNovatek também combina microestacas com a injeção de resinas. É como usar um macaco hidráulico para levantar um carro, mas garantindo que por baixo haja solo firme e reforçado, evitando que volte a afundar.